Trump promete ajuda a cristãos perseguidos e barra muçulmanos

Trump promete ajudar cristãos perseguidos e barra muçulmanos

O novo presidente dos Estados Unidos, o republicano Donald Trump, estabeleceu com um decreto-lei, no final de janeiro de 2017, 8 dias após sua posse, a suspensão do programa de acolhimento de refugiados e, praticamente, inviabilizou o ingresso de islâmicos no seu país.

No anúncio do decreto, ficou decidido o fechamento das portas para pessoas de certos países de maioria muçulmana e que estarão barrados todos aqueles que se engajam em "atos de fanatismo ou ódio", inclusive, e neste ponto, deve-se perceber uma contradição, aqueles que perseguem "aqueles que praticam religiões diferentes da sua própria".

Os pedidos de imigração serão examinados caso a caso, e favorecerão com certa prioridade na aceitação para cristãos perseguidos por causa de sua religião.

A decisão está sendo muito questionada. Para uns, a influência de critério religioso na decisão é uma ameaça à democracia, enquanto outros acham que corrige o abandono a que foram deixados os cristãos violentamente perseguidos no mundo, especialmente nos países de maioria muçulmana, no governo anterior. As duas facetas estão presente no ato presidencial.

Pouco antes do anúncio da decisão, em uma entrevista à Christian Broadcasting Network http://www1.cbn.com/thebrodyfile/archive/2017/01/27/brody-file-exclusive-president-trump-says-persecuted-christians-will-be-given-priority-as-refugees (Rede de TV cristã), Trump explicou-se:

Disse que os refugiados cristãos terão prioridade, pois "eles têm sido horrivelmente tratados... Sabia que, se você fosse um cristão na Síria era impossível antes, pelo menos muito difícil, entrar nos Estados Unidos? Se você fosse muçulmano, poderia entrar, mas se fosse cristão, era quase impossível. "As pessoas no exterior" estavam cortando as cabeças de todos, mas, mais ainda, dos cristãos. Então, nós vamos ajudá-os".

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